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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

REFLEXÕES CATÓLICAS

albanosousanogueira@sapo.pt
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- É preciso termos mais virtude e mais força para calar do que para falar.
- É mais forte quem perdoa do que quem se vinga.
- Se pusermos o Homem direito, o mundo ficará direito; se o pusermos torto, o mundo ficará torto.
- Quanto mais tortas estiverem as pessoas, mais torto estará o mundo.
- Deus não quer que o Homem seja mau.
Deus quer que o Homem (todos os Homens) seja realmente bom, bom na sua essência, bom por dentro.
Deus é tão nosso amigo que nos deu as mãos, os olhos, os ouvidos, a boca, os pés, o coração, a inteligência, para os usarmos responsavelmente.
Deu-nos a liberdade de usar todos esses dons para o bem ou para o mal.
Bem-aventurado, feliz é a pessoa que tem mãos, pode fazer o mal, mas antes as usa para o seu bem e bem dos outros.
Bem-aventurado, feliz é a pessoa que tem pernas para ir os maus caminhos, mas escolhe ir para os bons caminhos.
Bem-aventurado, feliz é a pessoa que tem boca e pode dizer mal dos outros (que é a coisa mais fácil de fazer neste mundo), mas diz bem de todos e se não tem nada de bom para dizer, sabe calar-se.
Bem-aventurado, feliz é a pessoa que tem olhos para ver o que quer, mas os usa para ver o que é bom.
Bem-aventurado, feliz é a pessoa que tem ouvidos para ouvir tudo, mas afasta os seus ouvidos da crítica, da calúnia, da murmuração.
Bem-aventurado, feliz é a pessoa que tem inteligência e liberdade de fazer o mal, pode fazer o mal, sabe fazer o mal, mas escolhe fazer o bem, o melhor bem, o máximo bem.
Que recompensa ou mérito teríamos se não tivéssemos liberdade de escolhe entre o bem e o mal.
Apenas à pessoa humana, Deus deu a verdadeira liberdade de agir para o bem ou para o mal.
Por isso é que os nossos actos têm valor, porque os fazemos livremente. Deste bom uso da liberdade vem a responsabilidade e a possibilidade da salvação.
Liberdade e responsabilidade devem andar sempre unidas.
Quem é livre também deve ser responsável pelos seus actos livres…
Quando Deus fez o mundo, a terra, a luz, os seres, diz-nos o Génesis, que “Deus viu que isso era bom”.
Mas quando fez o Homem Deus não usou essa expressão. Nada disse.
Como que dando a entender que Deus sabia que o Homem podia se bom e podia ser mau; Deus sabia que o Homem era o único ser que podia ser mau usando a sua liberdade e inteligência para o mal.
No fim de tudo, ao contemplar toda a sua obra, “Deus viu que isso era muito bom”.
É preciso que o Homem seja possivelmente mau, para ser realmente bom.
Jesus Cristo era homem e Deus.
Como homem podia fazer o mal, mas como Deus não podia.
Por isso, Ele foi Santo e Perfeito na Sua liberdade e na Sua obediência.
Maria de Nazaré, Nossa Senhora, foi realmente boa porque como humana podia fazer o mal, mas não o fez.
Tinha mãos, pés, ouvidos, olhos, boca, liberdade, inteligência que podia usar para o mal e não usou.
Pe. Albano Nogueira

QUANDO OS PAIS INVERTEM OS PAPEIS

albanosousanogueira@sapo.pt
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1- Pais que dominam os seus filhos de forma sufocante, que os ridicularizam, ou que nunca estão satisfeitos com qualquer realização dos filhos, não geram pessoas seguras.
As filhas podem ser demasiado tímidas e assustadiças se as mães lhes reprimem e negam os esforços que elas fazem para se tornarem independentes.
2- Pai passivo e submisso, que deixa à esposa dominadora e super-exigente a posição de chefe de família, bloqueia o sadio desenvolvimento da personalidade afirmativa.
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Tentativa de afirmação que fere - Uma experiência inicial frustrada predispõe para a insegurança.
Angústias, pânico, dores do peito, fadigas, insónias, irritabilidade, falta de interesse pelos filhos- Estes poderão ser sintomas podem surgir tarde na vida de uma pessoa e podem ser fruto de uma longa repressão dos sentimentos de afirmação que reprime até que chega o momento que explode e não os controla mais.
A tensão acumulada, manifesta-se também a nível fisiológico.
O respeito humano aprisiona a afirmação - Desde criança somos ensinados a ser bons e dóceis, dando-se bem com os outros, sem magoar os seus sentimentos, para manter a paz.
Assim, os impulsos necessários e naturais de afirmação reprimem-se e fazem a pessoa insegura.
Nessas alturas, a rebeldia seria bem-vinda e saudável.
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O que se colhe da insegurança - Todo o ser vivo tem um reservatório de energias e potencialidades, mas que são barradas pelo fantasma da insegurança.
A insegurança actua sobre a personalidade e varia de indivíduo para indivíduo, até poder tornar uma pessoa neurótica.
O medo reprimido pode piorar a situação, crescendo e derramando-se em todas as situações da vida.
Como este comportamento não é espontâneo, conservar as máscaras por muito tempo exige esforços que desgastam por demais as energias psíquicas.
O medo não desaparece com a repressão, apenas é sepultado vivo e continuará exercendo toda a sua influência desde o inconsciente e se manifestará mais clamorosamete nos sintomas patológicos.
Na repressão há duas emoções em confronto.
Dá-se a repreensão propriamente dita quando a emoção reprimida fica fora do controle da razão e da vontade.
As emoções podem e necessitam de ser controladas pela inteligência e pela vontade.
(continua)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A INSEGURANÇA INTERIOR

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O que faz a insegurança
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É doloroso e desconfortável ser vítima da irresolução e da insegurança. Estas pessoas acabam por se odiar a si mesmas e a auto-punir-se.
Se a insegurança é sintoma de neurose, reagir com irritação vem somente alimentar mais a neurose.
Adquire-se segurança à medida que se amadurece, que se distancia o adulto da criança.
Isto é tarefa de toda a vida.
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Pais que afirmam
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Toda a pessoa para se sentir segura necessita de ser afirmada desde os primórdios da sua existência.
Se o bebé for deixado por si só não poderá subsistir.
Precisa de alguém que tome conta dele e providencie às suas necessidades.
À medida que o bebé cresce, os seus meios de comunicar-se multiplicam-se: voz, gestos, balbucia, exprime prazer, caminha, procura outras pessoas.
Quando as suas necessidades não são satisfeitas "agora, já", as reacções são de raiva e de ansiedade.
O bebé tem necessidades físicas: de alimento, de calor e de conforto; mas o que mais necessita é de companhia e de sentir que não está sozinho para poder formar a experiência de que é aceite, que é um ser que existe. Dá-se conta disso pelo tacto; mais tarde pelo ouvido, com o qual escuta a voz amável e a vista para reconhecer o acariciante olhar de sua mãe, a cuja ternura ele reponde com uma tentativa de sorriso.
Os dois sentidos a desenvolver-se primeiro são o tacto e o ouvido e já na fase intra-uterina.
O feto já reage com calma e serenidade ou com excitação e nervosismo, conforme o som for sereno e calmo, ou agitado e estridente.
Esta sensação de que não está sozinho é muito importante para o bebé. Sente-se mais firme e mais forte pela satisfação das suas necessidades físicas e psíquicas.
No seu interior vibra a harmonia.
À medida que vai crescendo, vão surgindo novas necessidades e novas potencialidades, tal como a inteligência e a vontade.
Assim ele vai fazendo cada vez mais a consciência de que é amado, com um amor que lhe assegura uma duradoura solicitude e um cuidado efectivo pela sua pessoa.
A não satisfação equilibrada das necessidades do bebé e o não aparecimento da consequente afirmação, vai-o deixando num estado psíquico de insatisfação, de frustração, que envolve todo o seu ser e impregna toda a sua vida emocional com profundo sentimento de inquietação, de irresolução e insegurança.
Essas sensações gravam-se tão profundamente na vida psíquica que continuam a dar as cores a toda a vivência emocional, até na vida adulta, tornando-se aqui uma sensação de incompetência.
A pessoa vê-se crescida fisicamente e até pode ter atingido graus académicos na área intelectiva.
Tem nas suas mãos tarefas e cargos importantes.
São pessoas vistas como adultas e assim são tratadas.
Elas porém dão-se conta da dificuldade em responder aos desafios da realidade.
Vivem muitas vezes torturadas pela angústia da decisão e das responsabilidades.
Hesitação e indecisão são duas constantes nos neuróticos de frustração e de insegurança.
A descontrolada ira dos pais corrói a afirmação dos filhos
- Os pais, como toda e qualquer pessoa, são abalados por acessos de raiva.
Essa raiva descontrolada diante dos filhos tem consequências profundas e, infelizmente, nefastas.
Há casos em que essa raiva não é dirigida aos filhos, mas sim a alguém que lhes é muito querido: mãe, irmão, amigo e isso é suficiente para causar timidez e insegurança.
(continua)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O ENTUSIASMO DA FÉ

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SERÁ QUE SE PODE CRER EM DEUS SEM ENTUSIASMO?
Não será isso, uma espécie de “anemia espiritual”?
Uma doença da alma e do espírito, a indiferença espiritual.
A fé pode ser um terramoto, não uma sesta.
A fé pode ser um vulcão, não uma rotina.
A fé pode ser uma ferida, não uma crosta.
A fé pode ser uma paixão, não um puro sentimento.
COMO SE PODE CRER DEVERAS
QUE DEUS NOS AMA E NÃO SER FELIZ?
Como podemos pensar no amor total e sem limites de Jesus Cristo sem nos estalar o coração de amor por Ele e pelo Seu Reino?
É o encontro com Cristo na intimidade, na oração, na fé, no amor, na esperança que nos leva a ser de verdade cristãos, apaixonados pela causa de Deus e pela causa do Homem.
As pessoas acreditam nas coisas do mundo com paixão, com entusiasmo, ao passo que muitos cristãos acreditam em Deus sem paixão, sem entusiasmo, sem alegria.
Um cristão deve falar de Deus como um apaixonado e enamorado fala da sua amada.
Não se pode falar da fé em Deus como um conjunto de sacrifícios e renúncias que a fé traz.
Amar a Deus e a Jesus Cristo não pode ser um sacrifício, um fardo que se carrega, um peso.
Tem de ser um “gozo”, uma alegria, uma felicidade, uma libertação.
Claro que, quando se ama a sério, o amor traz sempre alguns sacrifícios, renúncias, mas o que se ganha é muito superior ao que se deixa livremente.
Deus amou-nos primeiro e o cristão católico é chamado a ser testemunha desse amor, mas só o será se estiver cativado, apaixonado por esse mesmo Deus, pelo encontro com Jesus Cristo.

Pe. Albano Nogueira

terça-feira, 26 de outubro de 2010

“DEUS ESTÁ NO MEIO DE NÓS”

albanosousanogueira@sapo.pt
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O Deus cristão que é o Deus da Bíblia – Antigo e Novo Testamento, caracteriza-se, entre outras coisas, por duas realidades:
1- O Deus que se comunica connosco para fazer comunhão, união com os humanos -
É o Deus da Aliança: Antiga e Nova Aliança, Antigo e Novo Testamento.
É o Deus da bênção (que diz e faz o bem), é o Deus do Amor e da Misericórdia.
2- O Deus que constrói a Sua Tenda, o Seu Santuário para morar no meio de nós- Antigo Testamento- Êxodo.
O Deus que não está nas nuvens, longe de nós, mas que quis morar no meio do Seu Povo.
Jesus Cristo, é o Deus encarnado, presente no meio de nós (Novo Testamento).
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O Deus Bíblico – Javé - é
- Aquele que Era (passado),
- Aquele que é (presente) e
- Aquele que será (futuro).

É o Deus vivo e eterno, sem princípio, nem fim.
Na Eucaristia, ao sacerdote que diz: “O Senhor esteja convosco”, respondemos no presente: “Ele está no meio de nós”.
Não só esteve no meio de nós (passado), mas está no meio de nós (no presente, hoje, aqui e agora) e estará até ao fim dos tempos como Jesus prometeu no Evangelho.
Com isto queremos dizer que Jesus Cristo não é apenas uma figura histórica do passado que viveu no meio dos Homens na Palestina, tendo nascido há cerca de 2010 anos, que viveu e morreu.
Mas que, pela sua ressurreição:
- está vivo no meio daqueles que se reúnem em seu nome (Igreja, Assembleia reunida, família reunida para rezar),
- está presente em cada pessoa,
- está presente no sacrário, na hóstia consagrada,
- está presente na Sua Palavra, a Bíblia,
- está presente na pessoa do sacerdote que preside à liturgia e ao culto e que fala e age em nome de Cristo,
- está presente, especialmente nos pobres e nos que mais sofrem no corpo ou na alma.
- está presente em toda a criação e em todas as criaturas que nós admiramos e devemos defender.
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Isto é fundamental para percebermos quem é o nosso Deus, o Deus cristão, o Deus de Jesus Cristo, o Deus Criador, o Deus da Vida, o Deus Amor.
Está presente para se comunicar connosco, para fazer comunhão connosco, união com os humanos, para que vivam como Filhos muito amados por Deus; e os humanos, por sua vez, tudo deveriam fazer para viverem nessa mesma comunhão entre si, numa fraternidade sem fronteiras, como irmãos uns dos outros.
O Deus que nos REÚNE,
Deveria ser o Deus que nos UNE.
Aquilo que é indicativo de Deus
Deve ser imperativo em nós.
Aquilo que se diz do que Deus É;
É o que se nos manda ser e fazer como um imperativo:
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- Se Deus é Amor, tu tens de amar;
- Se Deus é Vida e gera Vida, tu tens de gerar vida (não apenas biológica, mas também espiritual);
- Se Deus é Comunhão, tu tens de construir comunhão;
- Se Deus é a Misericórdia, tu tens de ser clemente e misericordioso;
- Se Deus o Perdão, tu tens de perdoar.
- Se Deus é a Bondade, tu tens de ser bom.
- Se Deus é Pureza, tu tens de ser puro no coração e nas intenções.
- Se Deus é a Mansidão e a Doçura, tu tens de ser manso e doce.
Etc...
P. Albano Nogueira

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

AS PERGUNTAS DA VIDA

FERNANDO SAVATER, AS PERGUNTAS DA VIDA
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albanosousanogueira@sapo.pt
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Viemos num mundo de informação: pelos jornais, rádio, TV, internet, chegam-nos muitas notícias de acontecimentos de todo o mundo. Infelizmente, as notícias mais passadas nos meios de comunicação social (MCS) são as negativas: os crimes, as desgraças, a maldade humana, o lado negro das pessoas e da sociedade.
Perante a informação nós deveríamos perguntar: “que mundo é este em que vivemos?”
Como devemos interpretar a informação que nos chega…
Como devemos comportar-nos numa determinada situação?
Há 3 níveis de entendimento:
A informação que nos apresenta os factos em si mesmos e o que aconteceu.
O conhecimento, que reflecte sobre a informação recebida, nos leva a perceber o que é mais ou menos importante e procura princípios gerais para a ordenar.
A sabedoria que nos ajuda a ligar o conhecimento com as opções vitais ou valores que podem escolher, tentando estabelecer como viver melhor de acordo com o que sabemos.
As ciências modernas dão-nos informação e conhecimento.
Mas isso não é suficiente para viver bem, com opções de vida correcta e com valores.
Precisamos de outros apoios como a filosofia, a teologia, a moral para vivermos de forma sábia, isto é, com sabedoria.
Como diz o ditado, não basta viver.
É preciso saber viver…
Há gente que tem muita informação, muitos conhecimentos, muita cultura intelectual, mas falta-lhe sabedoria de vida, valores, opções de vida correctas.
Há gente com pouca informação, poucos conhecimentos, mas muita sabedoria de vida, muitos valores e opções correctas nas suas vidas.
Uma vida sem reflexão não vale a pena viver.
A pessoa deve fazer perguntas e procurar respostas.
Fazer perguntas sobre coisas essenciais da vida e deve procurar respostas completas e verdadeiras e saber que há muitas respostas falsas para problemas importantes da vida…
Muita gente não pergunta; outros perguntam, mas não procuram respostas.
Aceitam o que todos dizem, sem discutir, sem duvidar.
Hoje é muito importante ensinar as pessoas a pensar.
Educar hoje é também ensinar a pensar e pensar ajuda a pessoa a humanizar-se.
Hoje tanta gente deixou de pensar!...
Vai com as modas, as ondas, na propaganda, na publicidade.
Viver e pensar.
Viver e perguntar.
Viver e responder.
Viver e saber.
SABER VIVER…
Saber viver ao jeito de Jesus Cristo como filho de Deus Pai e irmão de todas as outras pessoas, respeitando os outros e as coisas dos outros.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

AS OITO PALAVRAS

albanosousanogueira@sapo.pt


SORRISO
- Pessoa saudável e feliz, sorri.
Distribua o sorriso com gentileza
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DIÁLOGO
é a ponte que liga o Eu ao Tu.
Transite por essa ponde do diálogo
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BONDADE
é flor mais atraente do jardim de um coração
bem cultivado. Plante flores de bondade
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ALEGRIA
é o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Irradie alegria no seu ambiente
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PAZ
de consciência é o melhor travesseiro para um sono tranquilo.
Viva em paz consigo e com os outros
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é a bússola certa para os navios errantes que buscam
as praias da eternidade. Utilize o dom da fé.
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ESPERANÇA
é o vento bom que enfuna as velas do seu barco.
Deixe-se conduzir pela esperança.
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AMOR
é a melhor música da partitura da sua vida.
Sem ele, seremos uns eternos desafinados.