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sexta-feira, 18 de abril de 2014

MUSICAL DE HOMENAGEM AO PAPA JOÃO PAULO II



MOMENTO DE NOVA EVANGELIZAÇÃO.
ANÚNCIO DA ALEGRIA DE ACREDITAR, DE ESPERAR E DE AMAR A DEUS E AOS OUTROS.
MÚSICAS, DANÇAS, BAILADOS, COREOGRAFIAS, ADEREÇOS, LUZ, COR, SOM.
FESTA, FELICIDADE POIS DEUS NOS AMA MUITO.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

VIVE A FESTA DA VIDA


A vida é bela e dura, mas maravilhosa.
É uma estupenda oferta de Deus.
Mesmo que haja dificuldades e contrariedades, o cristão deve fazer da vida uma história de amor, de gratidão e de alegria.

Viver não é caminhar sobre rosas, ou sobre uma passadeira vermelha. Viver, não é vegetar, dormitar, e ter só facilidades.

Viver é fazer a vida, construí-la, trabalhá-la, libertar a alma, progredir.
Exige muito trabalho, muito esforço (como os campeões têm de treinar muito...).

Viver é deixar-se guiar pela luz de ideias nobres e belos.

Só temos uma vida e devemos aproveitá-la para desempenhar o nosso papel o melhor possível como pessoas humanas e mais ainda como cristãos.

Isso implica renunciar ao mal, ao egoísmo, ao pecado e aderir ao bem e Deus é o Sumo Bem, o maior tesouro que podemos ter.

Se vivêssemos como pessoas humanas respeitáveis e respeitadoras já seria bom; mas viver como cristão, como filhos e filhas de Deus é muito mais superior.

Todos temos talentos e qualidades que Deus nos deu e que devemos desenvolver para nosso bem e para o bem dos outros.

Se alguém se queixa da vida, é porque não sabe vivê-la e se enche de vícios, de egoísmos, de preguiça, de dependências e se destrói a si mesmo e aos outros.

Se muitos não gostam de viver, se a vida deles não tem sentido, é porque só vivem para si mesmos, de forma egocêntrica. A vida é dura para quem é mole e preguiçoso.

A vida é tanto mais maravilhosa, quanto mais vivermos para o bem dos outros: o bem de Deus, da Igreja, da Comunidade, da família, dos amigos...

sábado, 29 de março de 2014

A FÉ EM DEUS


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NOSSA SOCIEDADE VIVE COMO SE DEUS NÃO EXISTISSE

Hoje vive-se numa sociedade incrédula, sem fé, que vive como se Deus não existisse.
Ou melhor, vive-se numa sociedade, que esqueceu o Verdadeiro Deus e adora pequenos deuses, adora os ídolos.

Toda a gente adora um Deus. Ou adora o verdadeiro Deus ou adora ídolos. Às vezes, cada um é o próprio o deus de si mesmo.

Ou se adora o Deus que salva, que liberta, que dignifica, ou se adora um deus que oprime, escraviza, deprime, rebaixa, desqualifica…

TV, jornais, a vida, os filmes, costumes, tudo vai criando um ambiente onde se prescinde da fé em Deus. Deus não faz falta. Pelo contrário, ainda se fazem coisas contra a fé: divórcio, aborto, vida sexual desenfreada, sem regras, sem moral; violência, roubos, assaltos, injustiças, fraudes, mentiras, traições, infidelidades.

Vivemos cada vez mais num ambiente contrário à fé cristã.

Uns negam Deus (ateísmo teórico); outros negam a sua influência na vida concreta: a religião manda fazer o bem, mas, tantas vezes, é o mal que se faz.

Trata-se de um ateísmo prático.

As igrejas e catedrais servem para se visitar como museus frios e mortos, mas onde não se reza, nem se fala com Deus.

Vive-se num ateísmo moral: cada um é que diz o que está bem ou está mal para si (conforme lhe agrada, lhe convém), conforme os seus caprichos e vaidades.

sábado, 15 de março de 2014

QUARESMA- TEMPO DE AMAR

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    QUARESMA TEMPO DE RENOVAÇÃO INTERIOR
     E DE TRANSFIGURAÇÃO


O mundo hoje vai mal, porque se ama mal. Ama-se o mal, o egoísmo, os interesses pessoais; ama-se muito os bens materiais, o dinheiro, o poder, a vaidade.

   As crianças e os jovens estão a ser educados de forma egoísta: só receber e nada dar, nada fazer pelos outros.    
  Alguns nem sequer ajudam os pais em casa (culpa dos pais não chamam os filhos para ajudarem).

Quanto bem fariam os cristãos ao mundo se amassem de verdade. Se colocassem os interesses dos outros em primeiro lugar.

Como o mundo seria diferente, se nós, cristãos católicos fossemos amigos uns dos outros, amigos de Deus, amigos de nós mesmos...

Custa muito amar bem e a todos.

Porque é que há tantos divórcios? Porque se ama mal...
Porque é que há tantos conflitos, tantas guerras, tanta violência, tanta morte, tanta infelicidade na vida das pessoas?
PORQUE SE AMA MAL. Ama-se o mal, em vez de se amar o bem.
Esquecendo Deus e Jesus Cristo, a pessoa torna-se a medida de todas as coisas e então o que conta são os interesses pessoais egoístas, as suas conveniências, os seus caprichos.
O Deus cristão, revelado por Jesus Cristo nos Evangelhos e no Novo Testamento, deve ser o alicerce escondido na nossa vida.
A base segura e sólida de todos os valores como é o altruísmo, a solidariedade.
 

Temos de olhar para Jesus e amar segundo o Seu coração.

O que importa é o amor.

Mas não devemos amar só quem nos ama, quem nos é simpático. Se só amamos quem nos ama, em que é que somos diferentes dos pagãos? Que recompensa merecemos? Temos de amar os antipáticos, os que não gostam de nós, os que dizem mal e nos prejudicam.

Só assim, é que somos parecidos com Jesus Cristo e temos mais mérito diante de Deus.

Só seremos luz do mundo e sal da terra se formos realmente diferentes dos que não têm fé. Isso exige uma grande conversão, exige morrer a nós mesmos, renunciar a nós mesmos. Só assim teremos a verdadeira paz, verdadeira alegria e seremos felizes se amarmos a todos. Jesus vai até ao amor aos inimigos e pede que façamos o mesmo.

É um amor sem contabilidade; um amor numa só direção: dar, mesmo sem receber. Amar mesmo a quem não mereça.

Amar a fundo perdido. Amar é um caminho numa só direção, num só sentido: de nós para os outros.

O dinheiro não compra o amor. O amor cristão (caridade) é gratuito.

A nossa missão é transmitir aos outros o amor de Deus: não um Deus morto, um Deus museu, mas um Deus vivo.

Amar não é pecado. Pecado é amar mal e amar o mal.

sexta-feira, 7 de março de 2014

AJUDA PSICOLÓGICA- CAUSAS DA DOENÇA


 
Não basta atacar os efeitos de uma doença psicológica. É preciso procurar as causas desse mal-estar, tipo depressão que tanto afeta as pessoas de hoje...
  Muitas vezes, os médicos limitam-se a dar remédios aos doentes deprimidos e ansiosos. Isso ajuda, mas, nem sempre basta. Muitas vezes, é pouco.
 
Os remédios só atacam os efeitos, mas falta ir ao mais profundo da questão atacar as causas.

Um adulto doente psicologicamente revela, quase sempre, uma criança mal-amada, indesejada, ofendida, abandonada, humilhada, quem sabe até, abusada.

É muito importante o autoconhecimento que a pessoa tem da sua vida, o carinho, a compreensão, a amizade, o apoio psicológico. Nada de críticas, de ataques, de ofensas, nada de acusações.

Pelo contrário a essa pessoa devemos escutar, apoiar e dizer: “podes contar comigo”.

Dizer a essa pessoa que gostamos dela, que ela tem valor, que tem qualidades e que Deus Pai a ama muito.
Que deve confiar e acreditar em si mesma.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

CAUSAS DA DOENÇA PSICOLÓGICA

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PROCURAR AS CAUSAS DA DOENÇA PSICOLÓGICA

Uma casa começa pelo alicerce. Este tem de estar seguro e ser bem feito para segurar a casa futura.

Um adulto é como que uma casa feita. Se ele está doente psicologicamente, temos de examinar os alicerces desta pessoa e procurar a verdadeira causa da doença.

Os alicerces, os começos de uma pessoa, são muito importantes.

Quando começa uma vida humana? No momento da fusão do espermatozoide do homem com o óvulo da mulher que dá origem ao ovo. A primeira célula do ser humano.

Aí começa uma nova vida humana que deve ser respeitada e defendida. Esta vida tem direito e existir, a nascer e a desenvolver-se. O aborto é matar uma vida humana e isso é um ato muito grave.

A gravidez é muito importante para a saúde ou doença da vida que nascerá e da pessoa que será.

Assim, uma mãe grávida, se quer ter um filho(a) saudável, deve desejar e amar muito o filho que está a gerar, ter uma gravidez calma, tranquila, serena. Cortar com tabaco, álcool, drogas, discussões, agitações, preocupações exageradas.

Na gravidez começam os alicerces da vida de uma nova pessoa humana.
            Para tratarmos e curarmos uma pessoa doente
       psicologicamente, temos de tentar sarar a sua memória,
        o seu passado antes de nascer, infância, adolescência.
        (continua)