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quinta-feira, 14 de abril de 2011

CORTESIA E BOAS MANEIRAS- 3


 
Ambientes
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Além do nosso temperamento, nós dependemos também do ambiente em que vivemos.
É conhecida a história do menino que nasceu e cresceu entre os lobos.
Estes cuidaram dele com todo o carinho, mas a criança não conseguiu aprender a falar nem a andar.
Quando mais tarde tentaram ensiná-la, já era tarde.

As influências vêm-nos da família, da povoação ou cidade onde vivemos, da escola, dos meios de comunicação social.
Repara como é grande a influência dos mass-média, sobretudo da televisão, internet, jornais, revistas, em ti e nos teus companheiros.
Não precisamos exemplificar.

Nós podemos resistir às influências negativas que nos vêm do ambiente.
Temos energia suficiente para seguirmos por caminhos que nos tornem mais humanos.
Muitas vezes só vemos exemplos negativos nos meios de comunicação social e o jovem precisa de ser forte para não seguir esses maus exemplos que rebaixam e des-dignificam a pessoa.
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Auto-educar-se

Por conseguinte, apesar da herança recebida dos parentes através dos genes, das influências do meio em que vivemos, podemos modificar-nos para melhor.
Com a inteligência lúcida e a tua força de vontade, podemos educar o nosso temperamento, isto é, adquirir uma maneira de pensar e de agir próprias de uma pessoa humana com um projecto válido de vida.
Quando se é criança, a educação corre a cargo da família e da escola.
Aprendemos aí a sermos, por exemplo, corteses, civilizados.
Mas o processo educativo não termina aqui.
O jovem deve auto-educar-se permanentemente, isto é, crescer em responsabilidade, em solidariedade, em empenho por um mundo mais habitável e feliz.
Educar-se a si mesmo, saber conduzir-se a si mesmo de uma forma que não seja apenas imitar os maus exemplos que se vêem em tantos lugares e situações.
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Em tempos de crise como estes que vivemos, precisamos de auto-educar-nos cada vez mais e assentar os pés na terra, sabendo economizar, poupar.
Não gastar mais do que o que se tem, nem sequer gastar tudo o que se tem.
Os comentários de quem percebe de economia e finaças é que muitas famílias, muitas empresas, muitos Estados (nomeadamento o português) gastam, durante muito tempo, muito mais do que aquilo que têm e, para tal, tiveram de pedir durante muito tempo dinheiro emprestado para pagar as dívidas, até chegar à situação de ruptura em que Portugal se encontra.
Muita gente convenceu-se de que nesta sociedade consumista a sua felicidade está em ter sempre cada vez mais coisas exteriores, mesmo que não tenha dinheiro para isso.
Cristo pode e deve reinar no teu coração para que encontres nele a Tua felicidade.
A felicidade de uma pessoa depende muito daquilo que é por dentro e não só pelas coisas materiais que consegue.

1 comentário:

  1. Muito bom, parabéns pelo santo blog continue evangelizando, paz e bem!

    Wander Venerio

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