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segunda-feira, 25 de março de 2013

O AMOR DE DEUS NA PESSOA




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Cada pesosa deve fazer tudo o que puder e 

ao mesmo tempo, esperar tudo do Amor, de 

Deus, sem O qual nada vive, nem sobrevive.

Por vezes, o homem faz o mal porque é livre 

e Deus, porque o ama, permite o erro, 

porque não quer tirar ao homem a sua 

liberdade. 

Deus deu ao homem a liberdade 

que ele pode usar para bem ou para o mal e 

mesmo que a use para o mal, Deus continua 

a amá-lo.


Deus criou-nos livres para O amar e livres 

para O rejeitar e não podia fazer-nos de 

outra maneira, pois podemos amar se 

houver liberdade. 

Nunca houve obrigação de amar; 

só poderá haver amor onde houver 

liberdade.

Se a pessoa usa mal a sua liberdade deve ser 

responsável e culpar-se a si, não a Deus. 

Todavia, mesmo com os erros cometidos, 

Deus continua a amar-nos e a vir ao nosso 

encontro como o Amor que se dá e que salva. 

Assim se manifestou Jesus Cristo, que veio 

ao encontro do homem, não como o Deus 

Todo poderoso, mas, com o poder do amor, 

deixando à nossa liberdade o aceitar ou não 

esse amor.

Quando nos afastamos de Deus, Ele não se 

afasta de nós, não nos deixa sozinhos, com os 

nossos sofrimentos. 

Vem ao nosso encontro para os tomar 

juntando-os aos Seus e dando a Sua vida por 

nós, para nos restituir novamente a nossa 

liberdade e a vida.

O segredo está em oferecer a Jesus Cristo os 

erros e os sofrimentos, pois o Seu amor 

incendeia e restitui a Vida. 

O Seu amor é mais forte que os nossos 

pecados.

Quando o homem construir a sua vida em 

comunhão, em união e em amor, descobrirá 

a beleza da vida. 

A beleza da vida que tem origem em Deus e 

cuja nascente é o amor de Deus que, sem 

cessar, cria o Universo e a Humanidade.


quarta-feira, 20 de março de 2013

ANO DA FÉ- REFLEXÃO


 
 
Ter fé não é só crer em verdades, em doutrinas, mas crer numa vida pessoal de um Deus que é Vida e Amor infinito, misericórdia e graça.
Acreditar é aceitar e corresponder a esse amor divino, pois a fé é também uma questão de amor às pessoas divinas.
Abandonar-se a Deus, confiar em Deus como o bebé confia nos pais.
Acreditar em Deus é viver a alegria de ser amado e procurar retribuir esse amor.
A fé tem início no batismo onde se recebe a fé como uma semente que os pais, os avós e outras pessoas (comunidade paroquial) vão ajudar a desenvolver.
A Igreja é a PORTA DA FÉ onde se entra no começo (batismo), se frequenta ao longo de TODA A VIDA e se pela última vez no dia do funeral.
 
A fé é sempre um dom de Deus que nos quer conquistar o coração e unir a Ele.
Daí que a fé faz nascer uma relação pessoal de amizade entre nós e as pessoas divinas.
Mas a fé é também obra nossa na medida em que escutamos quem nos fala de Deus, lemos a Palavra de Deus, rezamos, participamos nos sacramentos que devem ser sempre um encontro pessoal e amigo com quem nos ama infinitamente…
A oração é um momento que alimenta a nossa fé.
Na oração devemos ter gosto de estar com as pessoas divinas que tanto nos amam.
Ter gosto, ter alegria, ter satisfação.
A Fé é, assim, uma relação pessoal com Deus Pai, Criador; com Jesus Cristo, Salvador e com o Espírito Santo, Santificador.
A fé tem de ser cultivada, como quem cuida de uma planta, alimentar a fé pela oração, pela leitura da palavra de Deus, pela celebração da fé, especialmente no sacramento da Penitência e Eucaristia.
  Não se esqueça: a FÉ OU SE APEGA OU
SE APAGA
 

sábado, 16 de março de 2013

ANO DA FÉ - REFLEXÃO


 

A VIRTUDE CRISTÃ DA FÉ

A fé cristã deve levar à oração que abre o coração ao amor de Deus e abre-o também ao amor dos irmãos e torna a pessoa capaz de construir a história segundo o desígnio do Reino e Deus.

Hoje, mais do que nunca é preciso ensinar as pessoas a rezar, deveria existir uma escola de oração e de adoração, para cada um fazer uma experiência de Deus em nós, no mundo e interiorizar o mistério do seu amor transformador e libertador.

A fé deve levar a pessoa a saborear na oração a dimensão mística, interior, contemplativa da fé, da esperança e da caridade.

Não basta saber muitas coisas para satisfazer e encher a alma cristã. Faz falta o gostar, o sentir, gostar e saborear as coisas interiormente.

A oração, que alimenta a nossa fé cristã, deve conduzir à santidade, à conversão, a uma vida nova, à esperança de uma Igreja renovada, de um mundo novo.

Deus merece a nossa fé, a nossa adoração, o nosso louvor, o nosso amor e nós precisamos dessa fé em Deus.

segunda-feira, 11 de março de 2013

CARTA AOS QUE PROCURAM A DEUS

 
 
 
Como crentes em Jesus Cristo, animados pelo desejo de conhecer aquele que deu sentido e esperança à nossa vida, reconhecemos em tantos rostos do nosso tempo mergulhados numa situação de inquietação, que não dá para ignorar.
É uma inquietação que percebemos em nós próprios e que se exprime na questão: Deus, quem és tu para mim? E eu, o que sou para ti?
Sabemos que muitas vezes estas questões são sufocadas, perturbadoras, incompreendidas ou até parecem ser lançadas inutilmente.
Temos, contudo, a impressão que a interrogação sobre o mistério último que a todos nos envolve, e que tem consequências sobre o sentido da nossa existência, está verdadeiramente espalhada.
Esta reflexão, pode ajudar aqueles que procuram incessantemente uma resposta às questões mais profundas do seu coração e também aqueles que já desistiram de procurar, resignados ou desiludidos.
 Todos aqueles que procuram razões para viver, de algum modo e no mais profundo da sua expectativa, procuram Deus: querem propor uma estrada para encontrar Jesus, o Cristo, o Filho de Deus vivo que veio ao nosso encontro, aquele que subverte os nossos esquemas e as nossas expectativas, mas que é também o único que, na nossa perspectiva, pode dar-nos a água que mata a nossa sede para a vida eterna.
(continua)
 

terça-feira, 5 de março de 2013

A FÉ EM DEUS



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                 A VIRTUDE DA FÉ, É ADESÃO A DEUS

                 Existe um nível de fé nas pessoas humanas,
                 fé humana: acreditar nos outros, confiar nos outros, 
                  esperar nos outros, amar os outros.
               Existe outro nível de fé nas pessoas divinas (Pai, Filho,
     Espírito Santo).
           O Ano da Fé proclama a fé cristã, a fé no Deus revelado
    por Jesus Cristo.
             É essa fé cristã que nos traz aqui, mas que não exclui
             totalmente o outro (fé nas pessoas humanas), pois a fé
             em Deus passa pela experiência de fé de outras pessoas.


                    Fé é adesão a Deus: “Quem é Deus?”
                 
                Deus é um se pessoal, inteligente, livre.

                   A Bíblia e especialmente Jesus Cristo revelam-nos
                   quem é Deus e revelam-nos quem é o Homem.
                Revelar= tirar o véu que esconde, mostrar, dar a        
       conhecer o mistério que estava escondido durante muitos
         séculos. Trata-se de uma iniciativa de Deus.
              Uma coisa é o Deus que os homens criaram e
       imaginaram (antes das revelação bíblica) e outra coisa
       é o Deus que nos e que se deu a conhecer.

                  Porque o Deus que temos na nossa cabeça, muitas
            vezes,não é o Deus que nos criou, mas o Deus que nós
         criamos e imaginamos à nossa maneira.

                As pessoas dizem: “Deus devia fazer isto, Deus devia
               dizer isto, Deus devia ser assim. Se Deus existisse Ele
               devia. Porque é que Deus faz isto, ou permite isto…”.

              Este é o Deus que nós criamos, que nós imaginamos…
              Outro bem diferente é o Deus que nos criou.
              Quando a nossa fé é neste Deus que nós criamos, ficamos
              tantas vezes desiludidos e duvidamos de Deus, pois, esse
              Deus só existe na nossa cabeça.
              Não é o Deus real, mas o Deus imaginado por nós...
                  Com isto quero dizer que precisamos de purificar a
             imagem que temos de Deus, para que ela corresponda
              ao Verdadeiro Deus e não a um ídolo que temos
              na nossa cabeça.

sábado, 2 de março de 2013

PRINCÍPIOS PARA A VIDA



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Apresento alguns princípios universais que servem para todas as pessoas crentes e não crentes, cristãs e não cristãs.


1- Hoje, ocupa-te, mas não te preocupes.
     Vive ocupado em tarefas boas, mas não preocupado.

2- Hoje, não te zangues, nem critiques. O evangelho diz: "Não julgues e não serás julgado; não condenes e não serás condenado".
Paciência é o contrário da Ira, das zangas.

3- Hoje, sê agradecido pelas muitas bênçãos que recebes de Deus, da Vida, da natureza, dos outros.

4- Hoje, faz honestamento o teu trabalho profissional.

5- Hoje, respeita o teu semelhante e tudo o que vive.
"A medida que usares com os outros é a medida que Deus usará contigo". O que queres para ti, faz o mesmo aos outros.
E o que não queres para ti, não faças aos outros.