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quarta-feira, 20 de março de 2013

ANO DA FÉ- REFLEXÃO


 
 
Ter fé não é só crer em verdades, em doutrinas, mas crer numa vida pessoal de um Deus que é Vida e Amor infinito, misericórdia e graça.
Acreditar é aceitar e corresponder a esse amor divino, pois a fé é também uma questão de amor às pessoas divinas.
Abandonar-se a Deus, confiar em Deus como o bebé confia nos pais.
Acreditar em Deus é viver a alegria de ser amado e procurar retribuir esse amor.
A fé tem início no batismo onde se recebe a fé como uma semente que os pais, os avós e outras pessoas (comunidade paroquial) vão ajudar a desenvolver.
A Igreja é a PORTA DA FÉ onde se entra no começo (batismo), se frequenta ao longo de TODA A VIDA e se pela última vez no dia do funeral.
 
A fé é sempre um dom de Deus que nos quer conquistar o coração e unir a Ele.
Daí que a fé faz nascer uma relação pessoal de amizade entre nós e as pessoas divinas.
Mas a fé é também obra nossa na medida em que escutamos quem nos fala de Deus, lemos a Palavra de Deus, rezamos, participamos nos sacramentos que devem ser sempre um encontro pessoal e amigo com quem nos ama infinitamente…
A oração é um momento que alimenta a nossa fé.
Na oração devemos ter gosto de estar com as pessoas divinas que tanto nos amam.
Ter gosto, ter alegria, ter satisfação.
A Fé é, assim, uma relação pessoal com Deus Pai, Criador; com Jesus Cristo, Salvador e com o Espírito Santo, Santificador.
A fé tem de ser cultivada, como quem cuida de uma planta, alimentar a fé pela oração, pela leitura da palavra de Deus, pela celebração da fé, especialmente no sacramento da Penitência e Eucaristia.
  Não se esqueça: a FÉ OU SE APEGA OU
SE APAGA
 

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