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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O ENTUSIASMO DA FÉ

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SERÁ QUE SE PODE CRER EM DEUS SEM ENTUSIASMO?
Não será isso, uma espécie de “anemia espiritual”?
Uma doença da alma e do espírito, a indiferença espiritual.
A fé pode ser um terramoto, não uma sesta.
A fé pode ser um vulcão, não uma rotina.
A fé pode ser uma ferida, não uma crosta.
A fé pode ser uma paixão, não um puro sentimento.
COMO SE PODE CRER DEVERAS
QUE DEUS NOS AMA E NÃO SER FELIZ?
Como podemos pensar no amor total e sem limites de Jesus Cristo sem nos estalar o coração de amor por Ele e pelo Seu Reino?
É o encontro com Cristo na intimidade, na oração, na fé, no amor, na esperança que nos leva a ser de verdade cristãos, apaixonados pela causa de Deus e pela causa do Homem.
As pessoas acreditam nas coisas do mundo com paixão, com entusiasmo, ao passo que muitos cristãos acreditam em Deus sem paixão, sem entusiasmo, sem alegria.
Um cristão deve falar de Deus como um apaixonado e enamorado fala da sua amada.
Não se pode falar da fé em Deus como um conjunto de sacrifícios e renúncias que a fé traz.
Amar a Deus e a Jesus Cristo não pode ser um sacrifício, um fardo que se carrega, um peso.
Tem de ser um “gozo”, uma alegria, uma felicidade, uma libertação.
Claro que, quando se ama a sério, o amor traz sempre alguns sacrifícios, renúncias, mas o que se ganha é muito superior ao que se deixa livremente.
Deus amou-nos primeiro e o cristão católico é chamado a ser testemunha desse amor, mas só o será se estiver cativado, apaixonado por esse mesmo Deus, pelo encontro com Jesus Cristo.

Pe. Albano Nogueira

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